quinta-feira, 14 novembro 2019

Ação de sensibilização no AEGE para o risco de tsunami

Dia 5 de novembro comemorou-se o dia mundial de sensibilização para o risco de tsunami, instituído pelas Nações Unidas. Apesar de raros, os tsunamis podem ser extremamente devastadores e mortais.  É assim muito importante a prevenção, o reconhecimento dos sinais de tsunami e compreender as medidas a aplicar, antes e após estes eventos. Foi neste âmbito que recebemos a Engª Catarina Lemos, doutoranda em Ciências do Mar e do Ambiente, na Universidade de Aveiro, no Coastal Response Research Center da Universidade de New Hampshire e no NOAA. No seu trabalho estuda o impacto de um potencial tsunami como o que aconteceu em 1755, na região de Aveiro e este foi já premiado pela EGU (European Geosciences Union). Foi com a sua energia e entusiasmo que cativou o público presente, o qual ajudou a compreender melhor o conceito de risco e contribuiu para que a nossa comunidade esteja mais informada e preparada. Uniu-nos a paixão pelo mar, o respeito pelas forças da natureza e a esperança de aumentar a resiliência das nossas comunidades costeiras.  


 

Alunos aprendem robótica

O AEGE tem um Clube de Robótica e está a apostar na formação dos alunos em programação e automatização. Foram adquiridos kits para os alunos experimentarem, aprenderem e descobrirem.


 

Rolhas que dão folhas

A campanha de sensibilização “Rolhas que dão folhas” visa recordar a importância da reciclagem da cortiça e da conservação da floresta portuguesa através da plantação de espécies autóctones. Para incentivar a recolha de rolhas de cortiça junto das famílias portuguesas, estão a ser distribuídos depósitos domésticos de rolhas. Nós já temos o nosso e contamos com a adesão de toda a comunidade AEGE para juntos ajudarmos a reflorestar Portugal.


 

Exercício: Vem aí a tempestade

Na semana em que os Açores se preparavam para enfrentar o furacão Lourenzo, os nossos alunos puderam colocar-se no lugar do outro, e vivenciar algumas das sensações que, uma situação de emergência como esta, podem trazer. Numa articulação entre os projetos Ilídio Pinho e Eco-escolas no âmbito do projeto “Coast Risk”, um grupo de alunos dedicou-se ao exercício de preparar uma mochila, selecionando materiais de primeira necessidade e fazendo uma corrida com a mesma, de modo a sentirem as dificuldades acrescidas do peso e do cansaço. Um segundo grupo vivenciou a situação de chegada do furacão, com vento e chuva fortes, tendo sido unânime o sentimento de dificuldade de raciocinar e definir prioridades.

É essencial que estejamos preparados, tomemos medidas de proteção individual e se cumpram as medidas comunicadas pela Proteção Civil.